학술논문


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O USO DA ETNOGRAFIA ANTROPOLÓGICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL MARIANA MOREIRA DA SILVA Graduação em Pedagogia pelo Centro Universitário Assunção (2009); Especialista em Psicomotricidade pela Faculdade FMU (2016); Professora de Educação Infantil e Ensino Fundamental I - na EMEF Assad Abdala. RESUMO A pesquisa realizada demonstra a importância de trabalhar a etnografia antropológica na educação infantil. Com ênfase no uso da etnografia pude observar uma prática pedagógica consciente e reflexiva, despida de preconceitos, em que educadores tiveram a necessidade de conhecer mais sobre os seus educandos, tiveram a necessidade de buscar um outro olhar sobre eles para aprimorar sua prática, onde aprendiam à medida que ensinavam e se ensinavam à medida que refletiam sobre a prática e sobre si. A unidade de ensino analisada propõe a reflexão da prática docente por meio visitas domiciliares aos educandos e do diário de campo, com intuito de ter uma educação inclusiva, humanista, crítica e reflexiva. Palavras-chave: Etnografia; Antropologia; Educação. INTRODUÇÃO A pesquisa realizada tem como proposta enfatizar a importância de trabalhar a etnografia antropológica na educação infantil, dentro dos CEI´s conveniados com a prefeitura de São Paulo, na cidade de São Paulo- SP. A pesquisa demonstrará como o uso da etnografia antropológica pode contribuir para a ação pedagógica consciente e reflexiva. Para acompanhar a mudança da prática docente por meio da etnografia antropológica foram realizadas: entrevistas com a direção e coordenação pedagógica. A etnografia antropológica é realizada por visitas domiciliares aos educandos e escritos da prática docente no diário de campo. USO DA ETNOGRAFIA ANTROPOLÓGICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL Um dos principais focos da educação, seja ela infantil, juvenil ou para adultos é fomentar o ensino- aprendizagem de modo crítico, reflexivo e consciente. Dentre as mais diversas aprendizagens encontra-se a cultura. Segundo Severino (2002), a cultura, além de ser uma intervenção do homem sobre a natureza, é um fator social. Social quando se estabelece entre gerações, ao inserir as mais novas na cultura das gerações mais velhas. Social por inserir essa geração no mercado de trabalho e social por se estabelecer uma prática social, ao utilizar a educação como mediadora de cultura. Quando a educação media a cultura, media por vezes dentro de uma instituição de ensino e aí entra o papel da etnografia antropológica na educação infantil. Segundo Dauster (1997) a antropologia busca entender a cultura e a vida social, uma ciência social baseada na observação do outro, de modo a buscar o real sentido das relações entre as pessoas. Essa observação do outro, vem unida de descrições, um trabalho de campo também nomeado de etnografia, que contribui para a experiência pessoal. Quando a antropologia se refere a cultura, amplia o seu olhar para diferentes culturas, com o intuito de valorizar os diversos aspectos e relações, a fim de destruir os estereótipos muitas vezes construídos pelo simples fato de ser diferente. Embora a educação aconteça principalmente dentre contextos escolares, as aprendizagens acontecem mesmo antes dos discentes entrarem para a escola. Todos esses conhecimentos adquiridos contribuem para a formação da personalidade cultural, fator muito estudado pela psicanálise. Nesse contexto de múltiplas aprendizagens adquiridas para a formação do sujeito atua a educação crítica e reflexiva, pois atua não apenas na construção de conhecimentos, pensasse em quem é esse educando e quem ele virá a ser. Humanizando assim a educação e todos envolvidos nela. A formação do sujeito, a sua personalidade cultural formasse à medida que ele aprende sobre o mundo. Quanto mais o sujeito aprende sobre o mundo, mais ele aprende sobre si e assim se constitui como pessoa. Para compreender quem é esse educando foram traçadas algumas medidas afim de melhorar a prática docente no CEI, despindo-a de preconceitos. Para entender melhor esse conhecer, entrevistei a Diretora Rosangela Santos Barbosa e perguntei: - 'porque as professoras faziam anualmente visitas as casas dos seus educandos ?' Rosangela relatou que certa vez ouviu algumas críticas de uma das educadoras. A educadora reclamava da higiene pessoal e de vestuário que acarretavam mau cheiro em um dos seus educandos. A mesma queria marcar uma reunião com o pai da criança para relatar suas observações e cobrar mudanças na higiene. Foi então que a Rosangela sugeriu que a professora marcasse uma visita domiciliar ao seu educando, para o conhecer melhor e a partir de então poder conversar com o pai. A educadora voltou da visita muito sensibilizada e com um outro olhar sobre o pai e a criança. O menino fora abandonado pela mãe com apenas dez dias, segundo o pai ela mergulhou no mundo das drogas e ele passou a cuidar sozinho do filho. Conseguiu um emprego em que pudesse levá-lo e buscá-lo do CEI. Infelizmente não tinha muitas condições financeiras e moravam em um barraco de madeira de apenas um cômodo. O pai lavava e secava a roupa no cômodo, pois não tinha área externa. Assim nem a pele da criança e nem a roupa pegavam sol, por isso tinham o cheiro úmido. Contudo, o pai era extremamente dedicado e afetuoso com o seu filho. Foi a partir de então que a Rosangela resolveu expandir essa mudança de olhar e implementou as visitas domiciliares como parte do Projeto Político Pedagógico do CEI. Ela disse que as visitas mudaram a prática docente, pois as educadoras despiam-se dos preconceitos quando conheciam a vida de seus educandos. Elas passavam a não impor a sua cultura, e a aceitar os educandos do modo como eles eram. As visitas domiciliares não só mudavam o olhar das educadoras, mudava o olhar de toda a comunidade escolar. As famílias respeitavam mais o trabalho realizado no CEI, criavam parceria entre a escola e a família, pois diziam-se vistas de fato. O CEI passou a ser mais respeitado e não sofria mais com o vandalismo. Dewey fala muito desse processo cultural, o descreve como contínuo e interno. Onde a identidade cultural é pluricultural, configurada a partir das influências de suas emigrações. E onde houver dois ou mais envolvidos no processo de ensino- aprendizagem, essa cultura se tornará intercultural. Pois, sempre se estabelecerá uma troca, embora sejam diferentes haverá uma comunicação. A comunicação e troca faz com que as relações e os aprendizados se tornem significativos ao valorizar o educando e sua experiência. A etnografia antropológica permite olhar o educando com outros, atendo-se a heterogeneidade e diversidade sociocultural que o torna singular. Olhar a singularidade de cada um e assim poder realizar um trabalho que seja rico para todos, assim trabalha a antropologia na educação, ela busca entender as diferenças e as especificidades de conhecimento e cultura socialmente construídos, a construção de um saber de fronteira. A antropologia estuda o humano com todas as suas especificidades e singularidades e seu modo de socialização. Mas, como entender o humano com suas especificidades e singularidades? Faz- se necessário uma reflexão filosófica, compreender para então explicar, ou seja, uma metodologia de pesquisa. A compreensão e reflexão são fatores inerentes a análise, uma analogia as reflexões antropológicas e pedagógicas. A antropologia como metodologia de pesquisa é empírica e por isso, muito importante no campus de resultados do processo pedagógico. É necessário fundamentar a pesquisa. Pensar a ação, essa síntese dialética entre a antropologia empírica e a reflexão filosófica fundem o ambiente e a história de vida dos envolvidos no processo de ensino-aprendizagem, estabelecida por vezes em um currículo oculto. E sobre o pensar da ação docente perguntei a coordenadora pedagógica Joice Damaceno sobre o diário de campo. O diário de campo é um caderno onde as educadoras fazem o registro de uma atividade do seu dia a dia, diariamente. Esse registro pode ser uma atividade, pode ser um momento espontâneo de ações das crianças, que pode levar a reflexões sobre a prática docente. De acordo com Vieira (1999) o diário é objeto de investigação do fenômeno educativo. Propicia a tomada de consciência por meio da reflexão de quem se é, em constante mudança da prática pedagógica. Uma reflexão que leva a consciência da ação. O que você poderia me dizer sobre o diário de campo? Como você vê a mudança da prática docente a partir dos registros das atividades? Joice Damaceno: O registro escrito permite a prática de pensar e escrever sobre o que se fez.... Não só nos faz seres pensantes como nos dá oportunidade de sair do automático, de se distanciar do ato e pensar sobre ele. Isso gera mudança , melhoras, readaptações. Paulo Freire (1981) também se refere ao ato de pensar, de refletir, de se transformar e se formar por meio da pesquisa. Pois, a pesquisa permite com que se ensine e se aprenda sobre o que se ensinou. E quando o resultado da pesquisa ou da reflexão é colocado em prática, não apenas se ensina ou se aprende, se pesquisa ou se reflete novamente. A educação é um movimento permanente e dinâmico. A educação é- como tudo o mais que é humano e é criação de seres humanos- uma dimensão, uma esfera Inter direcionada e interligada a outras, um elo, uma trama (no bom sentido da palavra) na teia de símbolos e saberes, de sentidos e significados, como também de códigos, de instituições que configuram uma cultura, uma pluralidade interconectada (não raro, entre acordos e conflitos) de culturas e entre culturas, situadas em uma ou entre várias sociedades. (GUSMÃO, 2009, p.12) CONSIDERAÇÕES FINAIS Por isso, o fazer antropológico é capaz de transformar e ser transformado, é uma crítica constante da ação, um desafio. Ensinar aprendendo e aprender ensinando. Compreender que a escola não é o único meio de se ter conhecimento e cultura na formação e constituição do indivíduo e sua subjetividade. Compreender que a educação ultrapassa a fronteira dos muros escolares. Compreender que esse educando não é apenas aluno, compreender que ele é sujeito que se constitui por sua singularidade e isso só é possível, pois este está inserido em um contexto plural, regado de historicidade pessoal e social. Esse educando torna-se indivíduo quando adquire o domínio de si, quando se diferencia dos outros. Mesmo integrado socialmente é singular, é único e quão difícil é olhar o subjetivo de cada um. Quão rico é despertar esse olhar, desse outro olhar, que não é superficial, que não vê apenas estereótipos, que consegue ir além e consegue olhar como um todo envolvido por todas as suas partes. Poder se familiarizar com o outro, aceitar a cultura dele sem impor a sua relativizando o processo de socialização, tornando ambos mais humanos de modo a incluir um conhecimento sem que seja necessário excluir outro ou adaptar, ou seja, promover de fato a interação social. REFERÊNCIAS GOMES, Roberto. Crítica da razão Tupiniquim. 3ª ed.- São Paulo: Editora Cortez, 1983. 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Academic Journal
Revista Territórios. :209-214
Self-study in learning foreign language: 190 To conclude, research can be fun, interesting and fascinating. A feeling of accomplishment, satisfaction, and pride can be the result of contributing to the ―greater cause‖ of our ―way of knowing.‖ Research is a complex, exacting, and complex process that yields the ultimate reward of truth or at least a path leading to it [Bailey, D. M.: 1997]. Using innovative ways of doing research is one to achieve a great goal. REFERENCES: 1. Çaparlar CÖ, Dönmez A. What is Scientific Research and How Can it be Done? Turk J Anaesthesiol Reanim. 2016; 44: 212–8 2. Resnik DB. What is Ethics in Research & Why is it Important? Natonal Institute of Environmental HealthSciences;2015. 3. The practice of social research (9th ed.). Belmont, CA: Wadsworth Thomson Learning. Bailey, D. M. (1997). 4. Educational research: an introduction (4th ed.). New York. Longman. Creswell, J. W. (1998). Qualitative inquiry and research design: choosing among five traditions. Thousand Oaks, CA: Sage Publications. 5. https://www.teacherph.com/-steps-research-process 6. https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles SELF-STUDY IN LEARNING FOREIGN LANGUAGE Dauletova D.B. Assistant teacher, English Language and Literature Department, KSU named after Berdakh, Nukus, Uzbekistan Dauletbaeva G. 2 nd year student, English Language and Literature Department, KSU named after Berdakh, Nukus, Uzbekistan Abstract: The use of technology has received increasing recognition as a means capable of bridging formal and informal settings in the target language learning and enabling students to actively and effectively use technology both inside and outside the classroom. Key words: self-study, new methods, motivation Аннотация: Использование технологий получает все большее признание как средство, способное объединить формальные и неформальные условия при изучении целевого языка и позволяющее учащимся активно и эффективно использовать технологии как в классе, так и за его пределами. Ключевые слова: самообучение, новые методы, мотивация There has been an increasingly large div of research on students‘ use of technology for second or foreign language learning. These research studies have generally concentrated on students‘ perceptions and evaluations of the suitability of technological devices for language learning, adoption of these technological devices in the classroom settings, and the factors that affect the effectiveness of language learning in classroom technology-using conditions. For example, P. Winke and S. Goertler found that songs and movies were the most frequently used technologies and the ease of access was the strongest predictor of the frequency of technology use [Winke; Goertler: 2008] Recent research on technology-facilitated language learning, however, has been mostly laboratory and classroom experiments of technology applications in the formal educational contexts Consequently, our knowledge and understanding of students‘ self-regulated use of technology for target language learning is still limited. Aspects of technology-assisted language learning such as goal setting, motivation-regulation, and cognitive strategy use particularly in an English as a Foreign Language – EFL context remains in need of further empirical inquiry. After all, in the course of learning a second or foreign language, learners are at the center of learning and play an instrumental role in shaping outcomes of their learning experiences. Key to this view of learner-centredness is self-regulation and learners taking the responsibility for their own learning [Holec: 1981]. Nevertheless, what is lacking in recent research on technology-assisted language learning is a systematic examination of SRL strategies in technology-using conditions particularly in an EFL context. This study investigated university students‘ technology-assisted self-regulated learning – SRL strategies and whether the technology-based SRL strategies mediated the associations between English language self-efficacy, English enjoyment, and learning outcomes. 191 Self-Regulated Learning: Self-regulated learning has been widely acknowledged to be learners‘ systematic effort to manage and regulate their learning process in order to achieve particular learning goals. While different theoretical models provide different definitions of SRL, there is a consensus that SRL is a multifaceted construct containing cognitive, meta-cognitive, behavioral, and self-motivational aspects. According to P.R. Pintrich et al., cognitive strategies refer to the skills that learners use to process the information and knowledge when completing a task. They help students to construct, transform, and apply second language – L2 knowledge [Pintrich: 1991]; [Oxford: 2013]. Social-behavioral strategies, as a key aspect of self-regulation, involve learners‘ control over their learning behavior under the influence of contextual aspects. Finally, motivational strategies refer to the procedure or thoughts students applied intentionally to sustain or increase their interest to engage in a task. In various models of SRL in the literature, self-regulated learners are depicted as being capable of controlling over the cognitive, emotional, motivational, and behavioral aspects of learning [Zimmerman; Schunk: 2011]. Research also shows that those more effective at self-regulation use a broader repertoire of learning strategies and persist longer in the face of adversity compared to their less self-regulated counterparts. Self-Regulated Language Learning in Technology-Using Conditions: P. Benson described two important categories of learning resources: traditional learning resources, for example, reference and course books and resources provided by modern educational technology, for example, information communication technology applications. According to P. Benson, self-regulation is manifested not only in the active regulation of learning strategies but also in the management of different kinds of learning resources [Benson: 2001]. As such, technology-based self-regulated English learning – SRL strategies refer to specific actions taken by the learners to learn English or to enhance their English learning in technology-using conditions. A large quantity of technology-assisted SRL strategies were identified in previous studies conducted in a variety of research contexts, such as consulting online dictionaries, using translation software, reading texts on the computer, searching the web for information, listening to the radio, exploring cultural knowledge on YouTube and so on. The investigated role of mobile phone technology in the employment of language learning strategies among the undergraduate students shows that the study employed a self-designed questionnaire to collect data on students‘ language learning strategies, which was based on the classification of the language learning strategies. The results show that different types of mobile phone-assisted language learning strategies are helpful in improving students‘ English proficiency. Nevertheless, constrained by the adoption of classification of the language learning strategies, these studies largely focused on students‘ use of cognitive and meta-cognitive strategies. Furthermore, self-regulation is context-specific and situation-specific, which means that measurement of technology-based self-regulated language learning should be domain-specific [Wang; Zhan: 2020] Self-Efficacy: Self-efficacy refers to individuals‘ personal evaluations of their capability of accomplishing a particular task. According to P. Benson efficacy beliefs influence the courses of action people choose to pursue, the challenges and goals they set for themselves and their commitment to them, how much effort they put forth in given endeavors, and the outcomes they expect their efforts to produce [Benson: 2001]. While there is prolific research on self-efficacy in the general education field, it is only within the past two decades that self-efficacy has been attracting researchers‘ attention in the field of L2 acquisition. A study of the influence of self-efficacy and other motivational self-beliefs on the achievement among college intermediate students also revealed that self-efficacy for self-regulation was the most significant predictor of intermediate foreign language achievement, and that students who perceived themselves as capable of using effective meta-cognitive strategies to monitor their academic work time effectively were more apt to experience academic success in intermediate foreign language. Recently, a number of L2 studies tended to develop new self-report self-efficacy measurements to investigate the role of self-efficacy in the L2 learning process. For example, to address the need for valid and reliable tools to assess ESL learners‘ self-efficacy, developed the English Self-Efficacy Questionnaire to measure English self-efficacy in the following four areas:  English listening;  English speaking;  English reading;  English writing. Subsequent Confirmatory factory analysis – CFA with data from university students confirmed a second-order common factor with these four first-order latent constructs: 192  English listening  English speaking  English reading, and  English writing. To date, studies that adopted the English Self-Efficacy Questionnaire showed that students‘ English language self-efficacy influenced their use SRL [Wang; Zhan: 2020]. English language self-efficacy was also found to positively influence students‘ feedback preferences and behavior in academic English course settings. Among the positive emotions, enjoyment has been recognized as a most typical positive emotion experienced by foreign language learners and has received increasing attention from researchers in the field of educational psychology. Enjoyment was a sense of satisfaction and reward that generated from activities or the achievement of activities. In the literature of educational psychology, enjoyment is often defined as a positive psychological state coming from the efforts by the person who stretches beyond himself to accomplish something challenging or difficult [Lake: 2015]. Clearly, it can be concluded from the above review that while there has been an attempt to integrate learning strategies with elements of SRL and meta-cognition in the context of technology supported language learning, the literature on the application of self-regulation in technology-supported second language learning is still fairly limited. Although the importance of the role of the strategic and motivational factors in first and second language contexts has been well documented, how these factors function in relation to students‘ learning achievement in the context of technology use for self-regulated language learning has been under-researched. Conclusion: This study contributes to the knowledge about EFL undergraduate students‘ SRL strategies in technology-using conditions. The results of the study add to the literature that considers how technology-based SRL strategies are associated with students‘ language learning achievement. From a theoretical perspective, the research extends SRL theories to technology-using language learning conditions, particularly with respect to the significant role of English enjoyment and English language self-efficacy, and in relation to students‘ English learning outcomes. Pedagogically, awareness of the complex interrelationships among SRL strategies, English enjoyment, English language self-efficacy, and learning outcomes is helpful for educators to clearly understand what actually motivates and empowers students‘ self-directed technology use for learning and the quality of this technology-based learning process. It is thus important for educators to create a pleasant and inspiring environment that empowers students in self-regulation of their technology-facilitated English learning practices so that they experience learning success and satisfaction inside and outside the classroom. Self-learning is not just about performing better in the classroom or outside the classroom. It is about being able to aim the life in whatever direction to choose and conquering the obstacles. Learning an unused ability can be very a part of fun. There's so much data accessible in the day and time which, in case utilized accurately, can genuinely offer assistance to learn a part of modern abilities and encourage in advance. REFERENCES: 1. Benson P. Teaching and Researching Learner Autonomy in Language Learning. London: Longman. 2001. 2. Holec H. Autonomy in Foreign Language Learning. Oxford: Pergamon Press. 1981. 3. Lake J. Positive L2 self: linking positive psychology with L2 motivation // Language Learning Motivation. Second Language Acquisition. ed. M.T. Apple, D. Da Silva, T. Fellner. Bristol: Multilingual Matters. 2015. 4. Pintrich P.R., Smith D., Garcia T., McKeachie W. A Manual for the Use of the Motivated Strategies for Learning Questionnaire – MSLQ. Ann Arbor. MI: University of Michigan. 1991. 5. Winke P., Goertler, S. Did we forget someone? Students‘ computer access and literacy for CALL. Calico J. 25. 2008. pp. 482-509. 6. Zimmerman B.J., Schunk D.H. 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Academic Journal
Ренессанс в парадигме новаций образования и технологий в XXI веке. :191-193
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Academic Journal
Special Education Magazine; Revista Educação Especial, v. 33, 2020 – Publicação Contínua; e75/1-20
Revista de Educación Especial; Revista Educação Especial, v. 33, 2020 – Publicação Contínua; e75/1-20
Revista Educação Especial; Revista Educação Especial, v. 33, 2020 – Publicação Contínua; e75/1-20
Revista Educação Especial (UFSM)
Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)
instacron:UFSM
RESUMO Introdução: Os transtornos mentais são definidos como sendo síndromes caracterizadas por uma perturbação clinicamente expressiva na cognição, na regulação emocional ou no comportamento de um indivíduo, que refletem uma disfunção nos processos psicológicos, biológicos ou de desenvolvimento subjacentes ao funcionamento mental. Estes estão frequentemente associados ao sofrimento ou às incapacidades. Sabe-se que uma das características marcantes de determinados transtornos está relacionada à cronicidade dos mesmos, o que reduz a possiblidade de cura e levanta a discussão a respeito do controle dos sintomas destes para a manutenção da qualidade de vida dos indivíduos que deles sofrem. Uma intervenção pouco associada, mas relevante, se for analisado o estado dos usuários crônicos em saúde mental, são os cuidados paliativos e suas ações paliativas que não buscam por cura, mas por oferecer o máximo de conforto possível ao usuário desde o diagnóstico até o seu último dia de vida. Objetivo: Reunir e analisar informações a respeito da psiquiatria paliativa e seus benefícios aos pacientes com transtornos mentais. Metodologia: Foram avaliados artigos publicados em revistas indexadas nas bases de dados Scientific Electronic Library Online (SCIELO), National Library of Medicine/NLM (MEDLINE) e National Library of Medicine/NLM (PUBMED), além de sites oficiais como o Ministério da Saúde do Brasil e a Organização Mundial da Saúde, no período de 2014 a 2024. Resultados e discussão: Após busca foram encontrados 33 artigos relacionados ao tema proposto. Foi observado que a psiquiatria paliativa abrange uma ampla gama de questões, incluindo condições de saúde mental amplamente conhecidas, como ansiedade ou depressão, doenças mentais graves refratárias ao tratamento, cuidados neuropaliativos e carga de sintomas em vários níveis. Além disso, aborda problemas éticos e psicossociais, sofrimento psicológico, personalidade, desejo e vontade de morrer, dignidade, solidão, isolamento social, bem como psicofarmacologia. E que esses cuidados seriam vantajosos e de fundamental importância aos pacientes com doenças mentais graves. Conclusão: Diante das novas perspectivas para o cuidado em saúde mental de uma maneira cada vez mais humanizada, os artigos evidenciaram os benefícios da psiquiatria paliativa e sua importância na melhora da qualidade de vida dos pacientes com transtornos mentais graves. Entretanto, foi observado ainda que muitas barreiras precisam ser vencidas para garantir o atendimento de qualidade para o grupo em questão. Palavras chave: Cuidados Paliativos, Psiquiatria Paliativa, Benefícios ABSTRACT Introduction: Mental disorders are defined as syndromes characterized by a clinically significant disturbance in an individual's cognition, emotional regulation or behavior, which reflect a dysfunction in the psychological, biological or developmental processes underlying mental functioning. These are often associated with suffering or disabilities. It is known that one of the striking characteristics of certain disorders is related to their chronicity, which reduces the possibility of a cure and raises the discussion about controlling their symptoms to maintain the quality of life of individuals who suffer from them. A little associated but relevant intervention, if the state of chronic users in mental health is analyzed, is palliative care and its palliative actions that do not seek a cure, but to offer the maximum possible comfort to the user from diagnosis until their last day of life. Objective: Gather and analyze information regarding palliative psychiatry and its benefits for patients with mental disorders. Methodology: Articles published in indexed journals in the Scientific Electronic Library Online (SCIELO), National Library of Medicine/NLM (MEDLINE), and National Library of Medicine/NLM (PUBMED) databases were evaluated, in addition to official sites such as the Ministry of Health of Brazil and the World Health Organization, covering the period from 2014 to 2024. Results and Discussion: After completing the data collection phase, 33 relevant articles were identified for analysis of the proposed theme. It has been noted that palliative psychiatry encompasses a wide range of issues, including widely known mental health conditions such as anxiety or depression, severe mental illnesses refractory to treatment, neuropalliative care, and symptom burden at various levels. Furthermore, it addresses ethical and psychosocial problems, psychological suffering, personality, desire and desire to die, dignity, loneliness, social isolation, as well as psychopharmacology. And that this care would be advantageous and of fundamental importance to patients with serious mental illnesses. Conclusion: Given the new perspectives for mental health care in an increasingly humanized way, the articles highlighted the benefits of palliative psychiatry and its importance in improving the quality of life of patients with serious mental disorders. However, it was also observed that many barriers need to be overcome to guarantee quality care for the group in question. Keywords: Palliative care, Palliative Psychiatry, Benefits 1. INTRODUÇÃO De acordo com a Organização Mundial de Saúde os Cuidados Paliativos (CP) são uma abordagem que melhora a qualidade de vida dos pacientes, adultos ou crianças, e de seus familiares que enfrentam problemas associados a doenças que ameaçam a vida. Eles previnem e aliviam o sofrimento por meio da investigação precoce, da avaliação correta e do tratamento da dor e de outros problemas como físicos, psicossociais ou espirituais [1]. Sendo considerados relevantes, mais frequentemente, quando as tentativas curativas cessam ou perto do fim da vida. Entretanto, este foco prejudica seriamente seu potencial para abordar questões de qualidade de vida, diante da variedade de doenças crônicas e no início das patologias. Atualmente, esses são vistos como um direito do ser humano, com o foco na melhoria da qualidade de vida dos pacientes e familiares, e não apenas na gestão dos sintomas de final de vida. Além disso, os cuidados paliativos e as intervenções curativas não são mutuamente exclusivos, os princípios de ambos podem e devem coexistir quando relevantes e apropriados para uma gama diversificada de doenças que limitam a vida [2]. O campo da Psiquiatria e Cuidados Paliativos compartilham um terreno comum, pois ambas as disciplinas evoluíram historicamente da medicina interna, são fundamentadas no modelo biopsicossocial e geralmente operam dentro de equipes multiprofissionais [3]. Aproximadamente 4,5% da população vive com doença mental grave [4]. Essas estão em risco de mortalidade prematura em relação às pessoas sem doenças mentais graves e as enfermidades crônicas contribuem significativamente para a mortalidade entre esses indivíduos. O padrão de atendimento para indivíduos com problemas médicos graves inclui cuidados paliativos. No entanto, o acesso universal a esses e aos cuidados de fim de vida para pacientes que sofrem de doenças mentais graves continua a ser um objetivo não alcançado [5]. A psiquiatria paliativa abrange uma ampla gama de problemas, incluindo condições de saúde mental amplamente conhecidas, como ansiedade ou depressão, doenças mentais graves refratárias ao tratamento, cuidados neuropaliativos e carga de sintomas em vários níveis. Além disso, aborda problemas éticos e psicossociais, sofrimento psicológico, personalidade, desejo e vontade de morrer, dignidade, solidão, isolamento social, bem como psicofarmacologia. Além disso, os '3 Ds' da psiquiatria paliativa incluem depressão, demência e delirium [6]. E vale ressaltar que as comorbidades psiquiátricas são comuns em pacientes que recebem cuidados paliativos [7]. No geral, a colaboração entre os campos da psiquiatria e dos CP cresceu significativamente na maioria dos países desenvolvidos nas últimas duas décadas [3]. E a prestação de cuidados psiquiátricos, psicoterapêuticos ou psicossociais é considerada um indicador de CP de alta qualidade em casos de doença médica avançada [8]. Pessoas com doenças mentais graves e comorbidades de saúde física que limitam a vida são uma população vulnerável que está sub-representada nas pesquisas sobre disparidades em saúde [9]. Isso ocorre devido esses pacientes serem afetados pelo estigma associado a doenças mentais [10]. E ainda existe na área da saúde mental um desafio que é identificar e tratar eficazmente pacientes com doenças mentais graves e condições concomitantes limitantes de vida em diversos ambientes de cuidados, para que esta população tenha resultados de saúde física e qualidade de vida pelo menos equivalentes aos pacientes sem doenças mentais graves [11]. Estudos têm mostrado maior mortalidade entre pacientes com doença mental grave e persistentes, que morrem 10 a 20 anos antes, em média, do que pessoas na população em geral [12, 13, 14, 15]. Estudo de Olfson e colaboradores em 2015 [14] demonstrou que esse grupo de pacientes apresentam taxas de mortalidade padronizadas de 3,6% para doenças cardiovasculares, 2,4% para câncer e 9,9% para doença pulmonar obstrutiva crônica. Com valores persistentes mesmo quando se controlam fatores como situação socioeconômica e comorbidades [16]. Estudos tem descrito ainda a relevância no tratamento de certas doenças mentais graves e persistentes, como na depressão refratária, na esquizofrenia e na anorexia nervosa [3, 17]. Dessa maneira, a psiquiatria paliativa poderia ser particularmente útil fazendo uma interfase entre as doenças psíquicas e físicas, como exemplo: garantindo que os regimes de medicamentos psiquiátricos sejam mantidos e atualizados de acordo com tratamentos médicos, visando a diminuição dos efeitos adversos. Os psiquiatras paliativos também podem fornecer avaliações contínuas de comorbidades e riscos psiquiátricos, uma vez que o fator biopsicossocial das doenças crônicas graves pode colocar os pacientes em risco de crises de sintomas psiquiátricos, agitação e/ou suicídio. Ao garantir a continuidade cuidados psiquiátricos, esses podem dar aos pacientes a melhor oportunidade possível de participar plenamente do tratamento e, ao mesmo tempo, ampliar as opções disponíveis [5,17]. Um outro ponto relevante é que a maioria dos pacientes com doença mental grave e persistente são capaz de tomar decisões em relação ao seu tratamento e esses devem ser engajados em um modelo de tomada de decisão compartilhada, no qual as partes interessadas: pacientes, médicos e famílias tomem as decisões conjuntamente. É importante salientar que mesmo entre os pacientes sem diagnóstico de doença mental, há evidências de uma na maioria das vezes essa parceria na tomada de decisão não ocorre. E assim, pacientes e familiares podem ter um papel de tomada de decisão menor do que o desejado [18]. É importante salientar que a utilização de cuidados paliativos em psiquiatria, como em outras áreas da saúde, não exclui outras abordagens de tratamento. As características das abordagens do cuidado, como a aliança contínua com os pacientes e seus familiares, o manejo dos sintomas e a busca por conforto do paciente e da família de maneira integral, por exemplo, são compatíveis e consistentes com os princípios do modelo de recuperação. Neste sentido, as abordagens desses podem oferecer aos psiquiatras ferramentas adicionais no cuidado do paciente com doença mental grave e persistente, particularmente quando as necessidades e objetivos do paciente não podem ser atendidos pelas intervenções psiquiátricas atuais [19]. Nesse contexto, considerando o número de pacientes com doenças mentais graves e persistentes, sua concomitância com doenças físicas, e sabendo da necessidade de um acompanhamento mais integral, que os cuidados paliativos pode trazer por meio do alívio de sintomas e do acompanhamento global do paciente e de seus familiares, trazendo inúmeros benefícios e a necessidade do aumento da oferta desse tipo de cuidados no grupo em questão, esta revisão integrativa teve como objetivo reunir e analisar informações sobre a abordagem da psiquiatria paliativa e seus benefícios. 2. METODOLOGIA Este artigo foi elaborado a partir de uma revisão integrativa da literatura. Para isso, foram identificados artigos publicados em revistas indexadas nas seguintes bases de dados: Scientific Electronic Library Online (SCIELO), Google Acadêmico, National Library of Medicine/NLM (MEDLINE) e National Library of Medicine/NLM (PUBMED). Também foram utilizados dados de fontes oficiais como Organização Mundial de Saúde e o Ministério da Saúde do Brasil. O estudo foi dividido em dois momentos, sendo que no primeiro, foram buscados os seguintes descritores em artigos nacionais e internacionais nos idiomas português e inglês: psiquiatria paliativa, cuidados paliativos, doenças mentais graves, benefícios, desafios, palliative psychiatry, palliative care, serious mental illnesses, benefits and challenges. No segundo momento, foram avaliados os títulos e resumos dos artigos encontrados para definir sua inclusão ou exclusão com base nos critérios descritos a seguir, inclusão: estudos realizados por meio de revisões, meta-análises e ensaios clínicos controlados publicados entre 2014 e 2024, que abordavam o tema em questão e que fossem de livre acesso, foram encontrados 315 artigos. E para exclusão do artigo, foram utilizados os seguintes critérios: estudos anteriores há 10 anos de publicação e artigos com baixo rigor metodológico. Para garantir a relevância e qualidade dos estudos selecionados neste artigo valeu-se destes critérios de forma que a revisão de literatura tivesse maior grau de validade e confiabilidade em seus resultados. Após a inclusão dos artigos baseados nos critérios supracitados e que havia relação ao tema proposto, os textos foram integralmente lidos, interpretados e tiveram suas principais informações sintetizadas, finalizando com 33 artigos. 3. RESULTADOS E DISCUSSÃO Como resultado da metodologia após a seleção dos artigos esses foram usados para síntese. Sendo assim, elaborada a Tabela 1 com as principais informações. Tabela 1. Síntese dos trabalhos encontrados relacionando psiquiatria paliativa e seus benéficos para os paceinets com transtornos mentais Título Palliative Psychiatry for Patients With Severe and Persistent Mental Illness: A Survey on the Attitudes of Psychiatrists in India Compared to Psychiatrists in Switzerland [20] Autor/ ano Stoll, J.et al., 2022. Principais achados Enquanto a psiquiatria curativa se concentra no transtorno mental com o objetivo de remissão (parcial) dos sintomas, a psiquiatria paliativa visa melhorar a qualidade de vida por outros meios, além da remissão de sintomas. Em resumo, este estudo demonstrou o potencial da psiquiatria paliativa como uma abordagem biopsicossocial-existencial genuína que integra sistematicamente fatores biológicos, psicológicos, sociais e existenciais do cuidado. Título Atuação da medicina paliativa em pacientes psiquiátricos [21] Autor/ ano Sampaio; Ribeiro; 2024. Principais achados Foram identificados 182 artigos, sendo que 176 documentos foram excluídos após aplicação dos critérios de exclusão e inclusão. A amostra final resultou em 6 estudos, na qual três foram publicados em 2019, um em 2020, um em 2021 e um em 2022. Concluiu-se, então, que é comum existir atraso nos diagnósticos de fim de vida, falta de suporte para os sintomas, presunção de incapacidade na tomada de decisões, e barreiras que as condições psiquiátricas graves podem trazer ao cuidado. Título On the Margins of Death: A Scoping Review on Palliative Care and Schizophrenia [22] Autor/ ano Relyea et al., 2019. Principais achados Foi realizada uma revisão de literatura com o objetivo de melhorar a compreensão dos cuidados paliativos em pacientes com esquizofrenia. Foram identificados os seguintes temas: Estigma que afeta a qualidade do cuidado e o acesso ao cuidado; questões relacionadas com o consentimento e capacidade para tomar decisões sobre cuidados de fim de vida do paciente e nomear decisores substitutos; melhores práticas para intervenções psicossociais, farmacologia, colaboração familiar e de cuidados de saúde, objetivos de cuidados, ambiente e tabagismo; e barreiras aos cuidados, incluindo ambiente, comunicação, educação do prestador e acesso aos cuidados. A revisão sugeriu a importância de práticas de formação interdisciplinares obrigatórias e de normas políticas que definam a comunicação cooperativa entre os prestadores de cuidados de saúde. Destaca lacunas na investigação baseada em evidências sobre intervenções psicossociais e quadros colaborativos para permitir a prestação de cuidados de qualidade no fim da vida a indivíduos com esquizofrenia. Título End of life care for people with severe mental illness: Mixed methods systematic review and thematic synthesis (the MENLOC study) [23] Autor/ ano Edwards et al., 2021. Principais achados O objetivo desse artigo foi sintetizar políticas e orientações internacionais, relativas à organização, prestação e recepção de cuidados de fim de vida para pessoas com doenças mentais graves. Foram avaliadas a estrutura do sistema; questões profissionais; contextos de cuidado; e viver com doença mental grave. As implicações para os serviços e a prática refletiram evidências nas quais existe um elevado grau de confiança. Sugerem que devem ser desenvolvidas parcerias em todos os sistemas de saúde mental e de fim de vida, e é necessário que sejam encontradas formas de ajudar as pessoas a morrer de forma digna. Os profissionais que cuidam de pessoas com doenças mentais graves em fim de vida necessitam de educação, apoio e supervisão. Os cuidados de fim de vida para pessoas com doenças mentais graves requerem uma abordagem multidisciplinar, incluindo a advogacia. E por fim, são necessários cuidados proativos de saúde física para pessoas com doenças mentais graves para resolver problemas como o diagnóstico tardio. Título A palliative care approach in psychiatry: clinical implications [24] Autor/ ano Strand et al., 2023. Principais achados Este artigo contribui para a crescente literatura sobre uma abordagem paliativa em psiquiatria e baseia-se no pressuposto de que uma mudança de perspectiva de uma abordagem curativa para uma abordagem paliativa poderia ajudar a promover a centralização no paciente e aumentar a qualidade de vida de pacientes gravemente enfermos também em psiquiatria. Foram avaliados três cenários clínicos diferentes: anorexia nervosa grave e duradoura, esquizofrenia refratária ao tratamento, automutilação persistente no transtorno de personalidade borderline e suicídio. O trabalho demonstrou que muitas intervenções típicas para transtornos psiquiátricos refratários ao tratamento podem, de fato, ser de natureza paliativa. Além disso, a introdução de características tradicionais de cuidados paliativos, por exemplo os chamados objetivos das conversas sobre cuidados, poderiam ajudar ainda mais a garantir que cuidadores, pacientes e famílias concordem sobre quais objetivos de tratamento devem ser priorizados, a fim de otimizar a qualidade de vida, apesar do transtorno mental grave e persistente. Título Severe mental illness and palliative care: patient semistructured interviews [25] Autor/ ano Knippenberg et al., 2021. Principais achados O objetivo desse artigo foi explorar percepções, experiências e expectativas em relação aos cuidados paliativos de pacientes com doença mental grave (SMI) e uma doença crônica incurável e limitante da vida. A análise dos dados revelou oito categorias: percepções sobre saúde e problemas de saúde, enfrentamento de doenças e sintomas, experiências e desejos de cuidados de saúde atuais, contato com familiares e residentes, experiências com o fim da vida de familiares e residentes, disposição para discutir a respeito do fim da vida, vida e morte, desejos e expectativas em relação ao próprio fim da vida e aspectos práticos relativos a assuntos após a morte. Essas categorias foram agrupadas em dois temas distintos: situação atual e antecipação do fim da vida. Os entrevistados pareciam não estar habituados a comunicar sobre questões de fim de vida, morte e morrer devido a doenças potencialmente fatais. Eles tendiam a discutir apenas sua situação atual e, após maior exploração do pesquisador, a fase terminal da vida. Eles pareciam não estar envolvidos no planejamento futuro de cuidados paliativos. Os resultados deste estudo destacam inadequações no planejamento antecipado de cuidados para pacientes com doenças mentais graves. Os resultados sugerem a utilização de valores, desejos atuais e próximos e necessidades como ponto de partida para estabelecer uma discussão gradual sobre objetivos e preferências para futuros tratamentos e cuidados médicos e mentais. Título Adapting the collaborative care model to palliative care: Establishing mental health–serious illness care integration [26] Autor/ ano Wozniak et al., 2023. Principais achados Os modelos de integração entre cuidados paliativos e cuidados especializados em doenças graves permitiram que um maior número de pessoas usufruísse dos benefícios dos cuidados paliativos. A integração da saúde mental é a próxima fronteira na prestação de cuidados holísticos a indivíduos que vivem com doenças graves. Modelos da integração saúde mental-médica, como o modelo de cuidado colaborativo, são meios atraentes para alcançar a integração da saúde mental porque têm sido utilizados de forma eficaz para melhorar a prestação de serviços de saúde mental nos cuidados primários e noutros contextos médicos; também foram adaptados à integração dos cuidados paliativos com a oncologia e outras áreas médicas. A integração entre os cuidados médicos especializados, cuidados paliativos e saúde mental poderia promover um alívio do sofrimento e a melhoria da qualidade de vida. Título Por uma Psiquiatria paliativa: Aplicação de cuidados paliativos a usuários da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) [27] Autor/ ano Konig Luiz R.C., 2024. Principais achados O objetivo geral desse artigo foi investigar, nas perspectivas médica e bioética, a viabilidade de portadores de sofrimento psíquico, transtornos mentais e abuso ou dependência de substâncias serem submetidos a cuidados paliativos na RAPS, em função desses agravos e não como condição secundária a doenças de base orgânica. Foram objetivos específicos: identificar os fundamentos bioéticos da ideia de cuidado; examinar o papel da clínica ampliada e do Projeto Terapêutico Singular (PTS) no contexto da atenção psicossocial; e vislumbrar o eventual caráter paliativo das intervenções em saúde mental. O estudo propôs ainda uma análise de dados obtidos a partir de levantamento não-sistemático da literatura. Do ponto de vista bioético, medidas paliativas justificam-se na perspectiva integradora de uma ética do cuidado. Verificou-se também que termos como 'cura' e 'cuidado' comportam uma imprecisão – e, portanto, uma plasticidade conceitual – que possibilita estender a ideia de paliatividade às práticas dentro da RAPS, de maneira alinhada aos princípios do movimento hospice e da Reforma Psiquiátrica brasileira. Para tanto, o ponto de partida deve ser a elaboração do PTS, no âmbito da clínica ampliada. Por fim, ao incluir medidas suportivas, isoladamente ou em conjunto com ações terapêuticas, o modelo de intervenção atual parece admitir a possibilidade de inclusão de práticas paliativas. Ressalva-se ainda a necessidade das equipes multidisciplinares que atuam em saúde mental devem receber treinamento específico quanto a técnicas em cuidados paliativos, com vistas ao aperfeiçoamento da assistência prestada. Título Transtornos mentais crônicos e cuidados paliativos: a prática de terapeutas ocupacionais [28] Autor/ ano Silva et al., 2024. Principais achados O objetivo desse estudo foi investigar a prática de terapeutas ocupacionais, bem como suas abordagens e recursos utilizados na saúde mental, a partir da perspectiva dos cuidados paliativos. Participaram quatro terapeutas ocupacionais atuantes em um hospital de referência em emergência psiquiátrica. Emergiram quatro categorias: 1) Relação entre a abordagem dos cuidados paliativos e saúde mental; 2) Prática do terapeuta ocupacional atuante em saúde mental utilizando a abordagem dos cuidados paliativos; 3) Recursos utilizados por terapeutas ocupacionais em suas práticas no contexto da saúde mental; 4) Desafios encontrados pelo terapeuta ocupacional ao trabalhar com a abordagem dos cuidados paliativos na saúde mental. Os profissionais entrevistados já utilizavam em suas práticas no campo da Saúde Mental a abordagem dos cuidados paliativos, e observaram um aumento da qualidade de vida dos pacientes atendidos. Embora a maioria dos sistemas de saúde separe a saúde mental dos serviços de saúde física, criando barreiras sistémicas aos cuidados paliativos integrados para pacientes com doenças mentais graves, algumas áreas médicas, como a psiquiatria clínica, estão a prestar cuidados no sentido inverso num quadro de cuidados paliativos. Na verdade, a psiquiatria paliativa é um campo em evolução que se concentra em doenças mentais graves, refratárias e muitas vezes que não respondem aos tratamentos psiquiátricos e psicossociais convencionais [7]. Com base nesta definição ampla, algumas intervenções psiquiátricas podem ser consideradas paliativas, pois visam principalmente melhorar a qualidade de vida por meio do controle adequado dos sintomas e concentrando-se na incapacidade e não na cura da doença [3]. Em indivíduos com esquizofrenia estudos apontaram que menos da metade tinham a probabilidade de receber cuidados paliativos especializados. Eles também tinham cerca de 30% menos probabilidades de receber analgesia prescrita, possivelmente refletindo subtratamento ou subnotificação de dor; essa discrepância foi ainda mais pronunciada entre indivíduos com câncer. Enquanto doentes terminais, os indivíduos com esquizofrenia também tinham significativamente menos acesso aos seus psiquiatras e foram mais propensos a passar os últimos meses em uma enfermagem lar [5]. Dados a nível populacional de outros sistemas de saúde incluindo a Austrália e a Nova Zelândia demonstraram que os indivíduos com doenças mentais graves têm entre 2 e 4 vezes menos probabilidade do que indivíduos sem doença mental de acessar serviços de cuidados paliativos nos últimos meses de vida [30, 31]. Em um inquérito aos psiquiatras na Suíça, quase todos os inquiridos acreditavam que o pacientes com doença mental crônica podem apresentar doenças terminais, entretanto eles apresentam uma prioridade menor de cuidados, como a redução do sofrimento e o funcionamento na vida quotidiana. A mortalidade prematura é um aspecto negligenciado nos cuidados de saúde mental [32]. Outros estudos citam três diferentes cenários de condições psiquiátricas relacionadas a sofrimento intenso: anorexia nervosa grave e prolongada; esquizofrenia resistente ao tratamento; e tendência crônica ao suicídio e automutilação persistente no transtorno de personalidade borderline. Em relação à anorexia nervosa, cerca de 25% dos pacientes não alcançam remissão a longo prazo, com artigos mostrando a ineficácia dos tratamentos médicos, levando à morte por desnutrição extrema ou por complicações de tratamentos agressivos. O estudo também destaca a frustração e tratamentos indesejados causados por múltiplos ciclos de alta e retorno aos cuidados devido à falta de motivação dos pacientes. Propõe-se que o foco no aumento da qualidade de vida pode ser uma solução para este problema, destacando programas que visam a reintegração dos pacientes na sociedade e a prevenção de complicações, em vez de apenas restaurar o peso corporal, permitindo uma transição suave entre cuidados paliativos e curativos [24]. As abordagens em cuidados paliativos, no entanto, são aplicáveis em conjunto com outras terapias destinadas a prolongar a vida. Um próximo passo poderia ser envolver os usuários do serviço e desenvolver um consenso sobre o que os cuidados paliativos e seus benefícios para os pacientes com transtorne mental. Uma estrutura para identificar quais pacientes podem se beneficiar de cuidados paliativos deve ser explorada para o desenvolvimento futuro de cuidados para os pacientes [16]. O padrão de cuidados para doenças graves inclui cuidados especializados e cuidados paliativos integrados longitudinalmente; os benefícios dos cuidados paliativos para pacientes com doenças graves estão bem descritos e incluem melhoria da qualidade de vida, diminuição da carga de sintomas, aumento dos cuidados concordantes com os objetivos e apoio do cuidador [33]. Entretanto, o cuidado de pacientes psiquiátricos em fim de vida é um desafio complexo e delicado. Muitas vezes, esses pacientes são vistos como incapazes de tomar decisões sobre seu tratamento, mesmo que possam ter capacidade para isso. Ademais, a falta de diretivas antecipadas pode levar a decisões sendo tomadas por tutores ou curadores, muitas vezes contra os desejos do paciente. Por fim, ressalta que o tratamento de pacientes psiquiátricos em fim de vida deve ser adequado e humanizado, respeitando suas necessidades e autonomia (COFFEY, Michael et al. End-of-life care for people with severe mental illness: mixed methods systematic review and thematic synthesis of published case studies (the MENLOC study) [21]. 4. CONCLUSÕES Dessa maneira a psiquiatria paliativa mostra-se de fundamental importância no acompanhamento dos pacientes e de seus familiares, auxiliando na melhora significativa da qualidade de vida. Entretanto, ainda existem muitas barreiras no cuidado dos pacientes com transtornos mentais. Ressaltamos ainda que a uma necessidade de mais estudos a respeito do tema. REFERÊNCIAS 1- World Heath Organization. Palliative care key facts. Disponível em: https://www.who.int/europe/news-room/fact-sheets/item/palliative-care. Acesso em ago de 2024. 2- Fond G, Salas S, Pauly V, et al. End-of-life care among patients with schizophrenia and cancer: a population-based cohort study from the French national hospital database. Lancet Public Health 2019; 4: e583–91. DOI: 10.1016/S2468-2667(19)30187-2. 3- Trachsel, M., Irwin, S. 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Advances in Science, Technology and Engineering Systems Journal. 2:513-519
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